Diogo**, esta semelhança entre Barbosa e Caifás, apontada por Marcus Vinicius, fez-me lembrar de Honoré Daumier***, por sinal crítico da justiça e do sistema e, por isso, amargou vários anos na cadeia.

Daumier. Queremos Barrabás (Ecce homo?)
Ministros Mendes e Barbosa caem nos braços de Morfeu durante Mensalão


Honorè Daumier, morto em 1879. Obra satírica: Le gens de Justice
Morfeu, o deus grego do sonho, resolveu visitar a sua colega Têmis, deusa grega da Justiça e entronizada na frente do prédio-sede do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele aproveitou para dar um pulo no plenário do Pretório Excelso enquanto eram realizadas as sustentações orais feitas pelos defensores constituídos no processo criminal conhecido por Mensalão. E, então, Morfeu aproveitou para abraçar os ministros Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes, que cerraram as pálpebras e davam a impressão de sonhar (Wálter Maierovitch).
*** Honoré Daumier:
Honoré Daumier e uma estética da caricatura social como denúncia moral, por Lilian Reinhardt, em seu blog Para Argan, o belo na mordenidade é a sensibilidade e não o belo da natureza, visto que a natureza culturalmente falando-se não é moderna, então o belo passa a ser uma qualidade de

Honoré Daumier e uma estética da caricatura social como denúncia moral, por Lilian Reinhardt, em seu blog Para Argan, o belo na mordenidade é a sensibilidade e não o belo da natureza, visto que a natureza culturalmente falando-se não é moderna, então o belo passa a ser uma qualidade de