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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Lembranças do passado presentes: A ditadura militar


Não quero saber de escrever em facebook, pois esta coisa é fragmentada e nos leva a prisão, me dá banzo,,,sinto-me num navio negreiro quando acesso o facebook,,
 por isso escrevo no gmail...

O assunto de hoje: A ditadura militar

Há estranhas coisas no ar, como por exemplo o Azenha ter sido sentenciado pela Justiça por expressar sua opinião politica. Não seria o caso de o Azenha passar a publicar receitas de bolo já que não pode se expressar. Dizem que no Brasil ha liberdade de expresão. Liberdade de expresão prá quem mesmo? Para mim é que não ha. Dias atrás a policia me abordou pq tirei foto de  uma praça. No meu raio de visão havia uma viatura. O policial chegou com a mão no revólver, pensei que ele fosse me matar, nem dei conta de apagar as fotos, dei minha máquina fotográfica e ele apgaou as fotos, todas as fotos que haviam na minha máquina, ele é um monstro, destruiu minhas obras, e disse que eu não era jornalista e que somente este poderiam fazer o que fiz: Fotografar uma viatura policial. Argumentei que não fiz de propósito, que fotografei sem ver, isto pq a viatrua estava no meu ângulo de visão e o que meu interesse era pela chuva na praça do bandeirantes, fiquei com medo de ser preso e cedi, melhor continuar vivo, melhor correr do que morrer sem motivo, estou mandando este email para várias pessoas inclusive para o Papa, não o emérito mas o outro,,,ah não tenho o email do papa Francisco...preciso ir a Curia Metropolitana



31 de março é um dia para lamentar

O golpe de 1964 fez o Brasil dar um passo gigantesco para trás.
Geisel, de óculos escuros, foi um dos horrores nacionais
Geisel, de óculos escuros, foi um dos horrores nacionais
Num país, algumas datas são para celebrar. Outras, para lamentar.
O dia 31 de março é para lamentar.
Há 49 anos, uma conspiração destruiu uma democracia com o argumento cínico de que estava exatamente preservando a democracia.

O que havia de mais atrasado na sociedade da época se juntou na trama: militares, CIA, políticos conservadores e grandes empresários do jornalismo, como os Mesquitas, Roberto Marinho e Octavio Frias de Oliveira.
A administração que nasceu dessa aliança foi um colosso da inépcia. O Brasil piorou dramaticamente – excetuado o pequeno grupo que tomou conta do Estado.
A desigualdade floresceu.
O país se favelizou. Conquistas trabalhistas foram extirpadas, como a estabilidade. Greves – a única arma dos trabalhadores – foram proibidas. O ensino público que era excelente – e promovia a mobilidade social – foi devastado, com a perseguição a professores e o controle obsceno do que era ensinado nas salas de aula.
O Brasil deu um passo gigantesco para trás em 31 de março de 1964.
Os generais presidentes – Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel e Figueiredo – merecem um esculacho eterno.
Falavam em combater a corrupção dos civis e não conseguiram criar em seu partido, a Arena, nada que fosse além de Paulo Maluf.
Foram mais de vinte anos de pesadelo.
Alguns cúmplices dos militares acabaram também se dando mal. Carlos Lacerda, o eterno conspirador, queria que eles derrubassem João Goulart e preparassem o terreno para que ele, Lacerda, ascendesse à presidência.
Os Mesquitas foram obrigados a publicar receitas para ocupar o espaço de textos censurados.
Frias foi submetido à humilhação de receber uma ordem telefônica para demitir o diretor de redação Claudio Abramo, e obedeceu.
Passou.
Mas é bom não esquecer que 31 de março é um dia para lamentar.

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